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edição-redação:
Maurício Caruzo Reis- LETRON LIVROS
*HYUNDAI converte fábricas velhas
*HYUNDAI converte fábricas velhas Embora o mercado internacional de memórias semicondutoras esteja superaquecido - há escassez do produto - a coreana HYUNDAI decidiu converter parte de suas fábricas de semicondutores em usinagens prestadoras de serviços para terceiros. De fato somente as fábricas mais antigas, que produziam memórias DRAM com tecnologia de 0,35 microns ou 0,25 microns, serão convertidas para usinagem. O custo de atualizá-las para as novas tecnologias de DRAM seria muito grande. Por outro lado o mercado de usinagem também está muito bom e assim deverá permanecer por mais alguns anos. Após sua fusão com a LG SEMICON a HYNDAI tornou-se a primeira em capacidade de produção de memórias, embora a SAMSUNG seja líder em lucros nesta área. Com a conversão das fábricas ela reduzirá a participação das receitas de memórias para 63% até o ano de 2003. O objetivo, além de evitar os gastos com atualização de velhas unidades, é precaver-se contra um provável desaquecimento do mercado de semicondutores, previsto para os próximos anos. sobe*Americanos forçam baixa de telefonia no Japão Norte-americanos e japoneses entraram em acordo para redução das tarifas de interconexão telefônica no Japão. A redução é de 20% por dois anos, sendo que os EUA queriam 22%, e será renegociada após este prazo. A redução afetará os lucros da NTT japonesa, que mantém um monopólio nas ligações locais e 60% do mercado de serviços de telefonia celular. A empresa prevê já para este ano redução de lucros no leste do Japão e pesados prejuízos no oeste. A redução das tarifas permitirá que empresas norte-americanas e inglesas, principalmente a AT&T e British Telecom, penetrem no mercado japonês, tanto em telefonia local quanto internacional. *PHILIPS inaugura fábrica em Varginha-MG A PHILIPS está implantando em Varginha-MG sua fábrica de reatores para iluminação. A nova unidade ficará dentro do condomínio industrial construído pela empresa e que já abriga sua subsidiária WALITA. A produção será direcionada tanto para o comércio interno quanto para exportação. A produção incluirá reatores eletromagnéticos convencionais, que atualmente dominam o mercado brasileiro, e os novos reatores eletrônicos. Estes chegam a economizar até 30% do consumo de energia e a médio prazo devem substituir totalmente os antigos reatores eletromagnéticos. |
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