edição-redação:
Maurício Caruzo Reis- LETRON LIVROS
novembro
2000
Eletronicaria
-
Notícias
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Negócios
*Fusão QUANTUM e MAXTOR cria líder em HD *NOKIA compra NGI da GRADIENTE
*E a MARCONI compra a telecom da
SPLICE
*SONY vende fábricas para
SOLECTRON *Escassez de cerâmica afeta
IBM *Os telefones do BNDES devem funcionar muito
bem
*Fusão QUANTUM e MAXTOR cria líder em HD
A QUANTUM e a
MAXTOR anunciaram que se fundirão para formar a indústria líder mundial em
vendas de HD. A nova empresa usará o nome
MAXTOR. Atualmente a QUANTUM tem 17,2% das
vendas mundiais de HD e a MAXTOR 13,2%, num total de 30,4%. A 1ª colocada
atual é a SEAGATE, com 21,1%, que passará a
vice-líder. A MAXTOR desenvolverá esforços nas
aplicações de HD para vídeo digital (DVD e DTV, televisão digital de alta
resolução), um mercado que deve aparecer e crescer muito nos próximos
anos. Calcula-se que esta área tem potencial para dezenas de milhões de HD
por ano.
sobe
*NOKIA compra NGI da
GRADIENTE
A finlandesa
NOKIA comprou por US$500 milhões 51% das ações da NGI- fabricante de
telefonia móvel, estabelecida em Manaus e com 25% das vendas de telefone
celular no Brasil. A
NOKIA já tinha 49% de participação na NGI, e agora assumirá seu controle
total. Com a compra ela pretende aumentar sua participação no mercado
brasileiro, investindo pesado na 3ª geração de telefonia móvel
(3G). A vendedora é a GRADIENTE, que detinha
51% da NGI. Entretanto ela continuará no mercado de telefonia móvel,
através da GRADIENTE TELECOM. Com a receita da venda a GRADIENTE investirá
em novos produtos de áudio, vídeo e telefonia.
sobe
*E a
inglesa MARCONI compra a SPLICE
A MARCONI, da
Inglaterra e uma das maiores indústrias eletrônicas do mundo, comprou os
negócios de transmissão da SPLICE DO BRASIL. O objetivo é penetrar no
mercado latino americano de soluções para telecom, de produtos e
serviços.
sobe
*SONY vende fábricas para SOLECTRON
A SONY está
vendendo suas fábricas NAKANIIDA, em Miyagi-Japão, e SONY de
Kaohsiung-Taiwan. O comprador é a norte-americana SOLECTRON, dos
EUA. A venda é um acordo de "contract
manufacturing", pela qual a SOLECTRON assumirá a produção de alguns dos
produtos SONY. Este tipo de acordo vem se tornando comum entre as grandes
multinacionais da Eletrônica, entre elas a NEC e a PHILIPS com a CELESTICA
canadense. A SONY continuará a fabricar apenas
produtos estratégicos, em áreas onde pretende concentrar esforços:
telefonia móvel, computador VAIO, PLAYSTATION e DTV- televisão digital. O
restante será encomendado - "outsourcing" - à
SOLECTRON. A SOLECTRON, por seu lado, com as novas
fábricas no Japão e Taiwan fortalecerá sua posição mundial de contract
manufacturing. Nas fábricas compradas ela planeja ser fornecedora não só
da SONY mas também de outras indústrias eletrônicas.
sobe
*Escassez de cerâmica afeta
IBM
A escassez de
cerâmica para encapsulamento de chips está afetando a produção de chips da
IBM. A empresa não está conseguindo cumprir vários contratos de
fornecimento. A situação é tão grave que sua cotação na Bolsa de Valores
chegou a cair. O encapsulamento de cerâmica é mais
compacto que o de plástico, ocupando menos espaço, sendo preferido para
computador portátil e telefone móvel. Com a explosão destes produtos os
fornecedores de cerâmica não conseguiram acompanhar a demanda, resultando
uma escassez generalizada. Além da IBM outros
fabricantes de chips estão sendo afetados, como a SILICON GRAPHICS. A NEC
contornou o problema adotando na sua linha de telefone móvel um novo tipo
de plástico.
sobe
*Os telefones do BNDES devem funcionar
muito bem
O BNDES-
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, órgão do governo
federal, é uma mãe para o setor de telecomunicações. Após as privatizações
a telecom é a área que mais recebeu verbas dele, em condições
generosas. Em 1998 foram 23 projetos financiados,
representando 17,3% dos investimentos do BNDES. Em 1999 chegou a US$1,1
bilhão. Para o biênio 2000-2001 estão previstos US$5,1
bilhões. A BRASIL TELECOM, operadora fixa que atua
na região Centro-Oeste e parte da Sul e Norte, acaba de receber R$1,73. A
MAXITEL levou R$529 milhões para telefonia celular banda B em Minas, Bahia
e Sergipe. Este ano o BNDES já havia liberado
R$260 milhões para a TELEMIG CELULAR e R$527 milhões para a
ATL.
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