edição-redação:
Maurício Caruzo Reis- LETRON LIVROS
setembro/outubro
2001
Eletronicaria
-
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Telecom
*SYMBIAN
e COMPAQ apóiam INTEL PCA
*TI
promove OMAP contra PCA da INTEL
*Migração
para 3G é complicada
*SYMBIAN
e COMPAQ apóiam INTEL PCA
A inglesa SYMBIAN, criadora do mais
destacado sistema operacional para celulares de 3ª geração (Symbian OS),
declarou que apoiará a arquitetura de telefonia móvel PCA da INTEL. Por outro
lado a INTEL desenvolverá e distribuirá ferramentas de software para o SYMBIAN
OS.
A COMPAQ também fez a mesma opção e dará suporte ao PCA
na sua linha de handheld iPAQ, líder no segmento. A INTEL usará o iPAQ (que é
baseado no seu microprocessador StrongARM/a) como plataforma de referência nos
kits de desenvolvimento do PCA.
O PCA- Personal Internet Client Architectura, é uma
arquitetura aberta para telefonia móvel e dispositivos de comunicação
handheld sem fio. O campo de aplicação maior, além de celulares, é PDA-
dispositivos de acesso à Internet sem computador.
sobe
*TI
promove OMAP contra PCA da INTEL
Na guerra pelo mercado da arquitetura de
comunicação sem fio a TEXAS INSTRUMENT está lançando uma iniciativa mundial
para promover sua tecnologia OMAP. Ela concorre com o PCA da INTEL, que
recentemente recebeu apoio de pesos pesados como COMPAQ e SYMBIAN.
A TI habilitará centros especializados em OMAP, os quais
darão treinamento e apoio a fabricantes e desenvolvedores. Nestes centros
serão ministrados treinamento, acesso à documentação e suporte, incluindo
não só a tecnologia OMAP mas também sistemas operacionais para telefonia
móvel e PDA, como o Microsoft WinCE e Symbian OS.
sobe
*Migração
para 3G é complicada
Depois de gastos
milionários (em alguns casos bilionários) para adquirir licenças de telefonia
móvel de 3ª geração 3G as operadoras enfrentam complicados problemas
técnicos. Elas podem ser divididas em dois grupos: aquelas que já tinham o
serviço 2G (englobando GSM, TDMA e CDMA) e agora devem migrar para o 3G, e as
que estão entrando agora no negócio.
A 2G é predominantemente um serviço de voz, enquanto na 3G
temos mais dados. A migração de uma para a outra impõe técnicas e
estratégias de negócios completamente diferentes. O gasto para construir uma
rede 3G, migrando da 2G, ficará entre US$ 365 e US$ 1 mil por assinante.
As novas operadoras de telefonia móvel terão gasto maior
para implantar uma rede 3G: de US$ 1,1 mil a US$ 1,4 mil por assinante. Para
diminuir os custos algumas delas estão aderindo às tecnologias GPRS
("general packet radio service") e EDGE ("enhanced data for GSM
evolution"), que têm velocidade de acesso (384 Kbps) próxima à da fase
inicial da 3G. Neste caso o custo por assinante cai para US$ 45 a US$ 146 - mas
o usuário não terá acesso a alguns serviços avançados da
3G.
sobe
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