edição-redação:
Maurício Caruzo Reis- LETRON LIVROS
janeiro/fevereiro
2002
Eletronicaria
- Notícias
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resumo
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Negócios
*Altas
e baixas no e-comércio americano
*Sinais
de recuperação na indústria Eletrônica
*Novo
ranking de fabricantes de semicondutores
*Alternativos
ao PC ganham fatia do B2C
*Altas
e baixas no e-comércio americano
O e-comércio (comércio pela Internet) nos EUA faturou US$ 5,3
bilhões em novembro de 2001. Isto é 14% maior que outubro do mesmo ano e 25% superior a
novembro de 2000. Como outubro de 2001 foi 54% superior ao mesmo mês do ano anterior, os analistas
ficam na expectativa de um bom final de ano - expectativa à parte, a certeza que o e-comércio cresce velozmente.
Os setores que mais cresceram foram perfumaria e produtos de beleza,
vídeo e produtos para a casa. Entre os que tiveram queda estão vestuário, brinquedos e
eletrônicos. Mas o campeão de crescimento é o setor turístico, apesar de todos os
Bin Laden.
sobe
*Sinais
de recuperação na indústria Eletrônica
As torres da indústria Eletrônica já haviam se incendiado bem antes
de aparecer o tal de Bin Laden. E o principal motivo da crise econômica que estourou no setor foi
o excesso de estoques de suprimentos na indústria - uma garantia que compradores
industriais tomam contra escassez de suprimentos em épocas de aquecimento de vendas. Com as vendas
em baixa usa-se o estoque excedente e não se compra, levando a uma recessão.
Começam a aparecer os primeiros sinais que os estoques estão se
esgotando, o que levará a uma retomada das compras. Alguns fornecedores de memórias - material
cujo preço é altamente sensível ao estado do mercado -, como SAMSUNG e HYNIX, estão
renegociando aumento de preço dos chips, indicação clara que a demanda está aumentando. Também se vê aumento inesperado no
faturamento de alguns gigantes industriais - CISCO, ORACLE, LSI e TSMC.
Com certas reservas os executivos da indústria Eletrônica começam
a ver o ponto da recuperação já no primeiro trimestre de 2002. Se as vendas de Natal forem boas,
reduzindo mais ainda os estoques, a recuperação passa a ser uma certeza.
sobe
*Novo
ranking de fabricantes de semicondutores
O ano 2001 muito ruim para negócios alterou substancialmente o ranking
por faturamento dos maiores fabricantes de semicondutores. As maiores quedas estão
entre as empresas japonesas.
Das 30 maiores apenas duas - IBM MICROELETRONICS e QUALCOMM - apresentaram aumento no faturamento, 3,9% e 14%,
respectivamente. No ano passado era preciso faturamento de US$ 9 bilhões para ficar entre as
5 maiores. Este ano a cifra caiu para US$ 5,9 milhões.
No topo da lista permanece a INTEL como maior fabricante de semicondutores
do planeta. Segue-se a TI- TEXAS INSTRUMENTS e a STMICROELETRONICS. A TOSHIBA caiu do 2º lugar para o 4º e a
NEC do 3º para o 6º. A PHILLIPS sobe do 10º lugar para o 9º e IBM do 18º para o 11º.
sobe
*Alternativos
ao PC ganham fatia do B2C
B2C é o apelido para "Business to consumer", negócios feitos na
Internet diretamente de empresa para consumidor final. Em 2001, nos EUA, o B2C faturou
US$ 61,8 bilhões, 99,8% através do uso de PC.
Além do PC o consumidor pode acessar a Internet através de dispositivos
alternativos, como telefone celular e PDA (tipo eletrodomésticos, principalmente TV).
Em 2001 os alternativos faturaram em B2C apenas US 107 milhões, cerca de de 0,2%.
Para 2005 as previsões alteram bastante este quadro. É esperado
um faturamento US$ 228 bilhões no B2C, sendo US$ 204,8 bilhões através de
PCs, US$ 9,5 bilhões por PDAs e US$ 13,4 bilhões por receptores de TV.
sobe
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