edição-redação:
Maurício Caruzo Reis- LETRON LIVROS
maio/junho
2003
Eletronicaria
- Notícias
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Internet
*Empresas
adotam Telefonia pela Internet
*Pearl Harbor digital
*Empresas
adotam Telefonia pela Internet
Cerca da metade das empresas nos EUA estão
adotando a tecnologia de Telefonia pela Internet, ou VoIP- ("Voice over Internet Protocol", voz por protocolo de Internet).
Pela VoIP o usuário usa um telefone que faz e recebe a chamada através de uma conexão na Internet.
De fato existem dezenas de softwares para PC que disponibilizam este
recurso; o usuário fala pelo microfone e escuta pelas caixas do multimídia. A novidade é o uso
de um handset portátil independente do PC, que se conecta automaticamente a um
provedor e dispõe de facilidades como teclado de discagem e campainha.
Uma das grandes vantagens da VoIP está em chamadas de
longa distância: o usuário pagará apenas a ligação local da Internet (se for serviço
banda larga, tipo DSL ou cable modem, não haverá nem este custo, pois não há cobrança
de pulsos). Para empresas a VoIP é uma forma eficiente de organizar a telecomunicação entre
funcionários.
Das iniciativas VoIP mais amadurecidas até agora está o
serviço i-mode da japonesa Docomo, com tecnologia GSM/GPRS. NEC e TOSHIBA
já forneciam handsets VoIP para o i-mode. A SAMSUNG também foi habilitada pela Docomo, e
deverá lançar seu aparelho em 2004. Ele terá o browser compacto Net Front, desenvolvido pela Access e a Java.
De olho neste novo nicho do mercado, a MICROSOFT está
desenvolvendo VoIP para o Windows CE.Net, destinado a aparelhos móveis. O sistema incluirá uma interface gráfica de
discagem, que poderá ser personalizada pelo usuário.
sobe
*Pearl
Harbor digital
Estrategistas norte-americanos realizaram na Escola Naval de Guerra exercícios sobre ciber-terrorismo. Trata-se de um
jogo, denominado Digital Pearl Harbor (alusão ao ataque japonês ao Pearl
Harbor, na 2ª Guerra Mundial), que encena os cenários de um ataque terrorista às redes de informação
dos EUA.
O jogo durou 3 dias, contando com a colaboração de
conhecidos especialistas e empresas de consultoria. Foram considerados ataques às redes de informação de energia,
telecomunicações, instituições financeiras e Internet.
Os resultados indicam que um ataque ciber-terrorista em
larga escala praticamente não teria chances de sucesso. Seria preciso um investimento de US$200 milhões, pessoal
altamente especializado e anos de preparação para provocar danos consideráveis às redes de
informação.
Nos pequenos ciber-ataques alguns poucos hackers atacam
uma rede e escapam, antes de serem descobertos. Um ataque em larga escala precisaria de muitos participantes, dispondo
de grandes recursos de telecomunicação. Isto só é possível a partir de centros
tecnológicos desenvolvidos e facilmente detectáveis.
sobe
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