edição-redação:
Maurício Caruzo Reis- LETRON LIVROS
maio/junho 2004
Eletronicaria
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Informática
*ASUSTEK
e SIS desistem da Rambus
*Windows
LongHorn adiado para 2007
*Europa
quer Windows sem Media Player
*XGA
reúne XBox e PC
*ASUSTEK
e SIS desistem da Rambus
A INTEL tentou forçar a adoção da Rambus, uma tecnologia de memória
de alta velocidade para PC. O mercado achou que o alto preço da Rambus não
compensava seu desempenho, preferindo alternativas como a memória DDR. A
própria INTEL retirou seus planos de adotar exclusivamente a Rambus em
sistemas de ponta.
Ainda assim a ASUSTEK, tradicional fabricante de motherboards para
PC, vinha implementando bancos de memória Rambus em suas placas. Elas
eram baseadas nos chip sets R658 e R659, da SIS. Mas ambas, ASUSTEK e SIS,
estão definitivamente abandonando a Rambus. O que significará o fim
desta tecnologia, pelo menos para PC.
Além dos problemas próprios da Rambus, as mudanças de projetos
se devem também à chegada do nova interface PCI Express. Projetistas,
fabricantes e marketeiros se preparam para as possibilidades desta nova
arquitetura.
sobe
*Windows
LongHorn adiado para 2007
Projetar um sistema operacional ancorado em segurança parece ser
tarefa bem mais complicada que se presumia. É a conclusão da MICROSOFT,
que após meses alardeando o sistema operacional seguro Windows LongHorn,
informou que vai adiar seu lançamento para 2007.
O sistema operacional LongHorn está previsto para coordenar todo o
hardware e software de segurança do PC. Ele fará parte do esquema de
segurança LeGrande, da MICROSOFT, juntamente com o chip de segurança
TPM, da TCG e já em uso. O esquema exigirá projetos de novos chip sets,
os quais estão sendo desenvolvidos pela INTEL, participante do LeGrande.
Para preencher o longo prazo até 2007, a MICROSOFT deve lançar
atualizações de seus atuais softwares. O Windows Server 2003 terá uma
edição atualizada e o Windows XP também será atualizado com o Windows
XP Reloaded.
sobe
*Europa
quer Windows sem Media Player
Os europeus querem que a MICROSOFT retire o Windows Media Player do
pacote do Windows vendido a fabricantes de computadores. A intimação está
sendo feita comissão anti-truste da Comunidade Européia, em Bruxelas. A
MICROSOFT sofreu processo semelhante nos EUA.
O objetivo é incentivar a concorrência de outros esquemas multimídia,
como Real Player e Quick Time. Entretanto, permitirá à MICROSOFT manter o
Windows Media Player no pacote do Windows comercializado separadamente.
A MICROSOFT alega que no CD do Windows já oferece outras opções, como
o Real Player. Além do mais o código fonte do Windows Media Player seria
indispensável para outras funções do Windows, como o Help. Mas a intimação
da Comunidade Européia deve ser mantida, e o Media Player retirado do pacote
oferecido a fabricantes de computadores europeus.
sobe
*XGA
reúne XBox e PC
A MICROSOFT reunirá em uma só plataforma - XGA - as ferramentas para
seu game XBox e os recursos para PC. A XGA aparecerá na futura versão LongHorn
do Windows, e já nas próximas gerações do XBox.
A iniciativa visa atrair desenvolvedores de jogos para o XBox. O
desenvolvimento de um jogo de sucesso custa até US$20 milhões. A plataforma
conjunta permitirá reduzir custos e facilitar o desenvolvimento. Com isto a
MICROSOFT espera conseguir mais títulos para o XBox que seus concorrentes
Playstation e Nintendo.
A XGA incluirá API DirectX, ferramentas gráficas e de áudio do PC e do
game, um método comum a ambos para endereçamento de dispositivos de entrada, e
ferramentas para serviços de jogos on-line. Também é cada vez mais evidente
que a MICROSOFT migrará dos processadores x86 da INTEL para o PowerPC da IBM.
sobe
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