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1-7 deflexão horizontal do feixe eletrônico A deflexão do feixe eletrônico segue o princípio de interação entre
campo magnético e corrente elétrica. Uma corrente elétrica circula nas bobinas do yoke,
o que resulta no aparecimento de um campo de indução magnética que desvia o feixe
perpendicularmente. Na figura 1-7 temos o exemplo da deflexão horizontal: a bobina
horizontal fica na parte de cima do canhão, criando um campo magnético B decima para
baixo, que atravessa o feixe eletrônico e o desviapara a esquerda (da margem esquerda da
tela até a direita). A bobina As correntes que circulam nas duas bobinas são geradas no circuito do
receptor e levadas até o yoke através de fios. Por sua vez o yoke é fixado ao tubo por
meio de parafuso "borboleta", que desparafusado permite movê-lo para frente e
para trás no eixo do canhão. Movendo o yoke em volta do canhão faz a imagem na tela se
inclinar, pois altera a
1-8 desigualdade na deflexão (a) vertical (b) horizontal
1-9 efeito pincushion no raster O canhão eletrônico é fixado na altura do meio da tela, defronte ao seu ponto central. Na deflexão vertical o feixe tem maior distância a percorrer no topo e embaixo do que no meio da tela (figura 1-8a). Na deflexão horizontal haverá maior distância para o feixe nas bordas (esquerda e direita) da tela (figura 1-8b). Estas desigualdades na deflexão provocam uma distorção da imagem conhecida como pincushion ou almofada (figura 1-9). Para corrigi-la são instalados em torno do cinescópio pequenos magnetos que desviam o feixe eletrônico, esticando-o para formar um retângulo. |
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